24.2.17

para as pessoas que se queixam do ananás na pizza...

o que as mulheres mais invejam nas outras?

Hoje ouvi, na rádio M80, que 35% dos homens invejam o carro dos amigos. É esta a percentagem de homens que sente inveja em relação à viatura do amigo. No questionário habitual da rádio, diversas pessoas responderam coisas como “cabelo”, “barba”, “abdominal definido” e até “mulher”. E no caso das mulheres? O que é que elas invejam mais nas amigas ou nas outras mulheres?

um daqueles posts que merecem um coração no título

No que à música diz respeito é bastante complicado eleger uma banda como sendo a minha preferida. Se o tiver que fazer, provavelmente escolho os Jamiroquai como sendo a minha banda de eleição. E a escolha tem por base uma paixão que se arrasta há muitos anos e que além da música se estende a Jay Kay, à sua voz e à forma maravilhosa como consegue dançar.

Sendo fã dos Jamiroquai, estou contente com a chegada de Automaton, o oitavo álbum de estúdio da banda. E já estou apaixonado por Cloud 9, o single de apresentação do trabalho. E também pelo vídeo, rodado em Almeria, em Espanha e que representa uma homenagem ao vídeo de Cosmic Girl - um dos grandes sucessos dos Jamiroquai - tendo sido inspirado em Tarantino.

Isto já era mais do que suficiente para que o post fosse digno de um coração no título. Mas, quando ainda existe um Ferrari e a elegante e sensual Monica Cruz a co-protagonizar o vídeo, não restam dúvidas de que é mesmo merecedor de um coração. Só resta mesmo partilhar o vídeo. Aviso que a música é viciante.



"Only a fool could walk
Away from me this time
I look up to heaven
Every star I see is mine
Only a fool could walk
Away from me this time
I'm walking on air and every cloud
Is Cloud 9"

a polémica das mulheres sem cuecas

Uma discoteca de Barcelona decidiu levar a cabo uma campanha peculiar. Ao longo dos sábados deste mês as clientes “sem marido” que se deslocassem ao espaço recebiam bilhete de entrada, uma bebida e cem euros em dinheiro. Para isto só era necessário uma coisa: entrar na discoteca sem cuecas. E isto foi suficiente para que a polémica se instalasse.

Não sei como era feita a prova da ausência de roupa interior. Sei apenas que no espaço existia ainda strip masculino. Nem sei como é o funcionamento da discoteca. Mas multiplicaram-se os comentários a dizer que é uma campanha machista e obscena. Há também quem defenda que as mulheres não são mercadoria. E, muito sinceramente, não percebo esta polémica.

Se a campanha é absurda? Provavelmente! Mas nenhuma mulher é obrigada a aceitar a mesma. É uma escolha. Só recebem os cem euros as mulheres que aceitaram as regras do espaço. Aquelas que não quiserem, podem divertir-se noutro espaço de diversão nocturna. É por esta perspectiva que acho que a polémica é um pouco exagerada. É dar importância e fazer publicidade a um espaço que provavelmente poucas pessoas conhecem.

Ficava indignado se fosse uma medida obrigatória para todas as mulheres. “A partir de hoje todas as mulheres residentes em Barcelona são obrigadas a andar sem roupa interior. Quem não cumprir esta medida terá de pagar uma coima de cem euros”. Isto seria chocante. Isto merecia destaque em todo o mundo. Isto merecia todos os protestos.

De resto, é apenas mais uma discoteca. No meio de tantas outras com “jogos” e “desafios” dos quais só faz parte quem quer. Ninguém é obrigado a nada. É uma opção. Pegando na palavra mercadoria, nestes casos só é tratado desta forma quem quer. E isso leva a outra discussão que envolve valores morais e o preço a que os mesmos são comercializados.

23.2.17

bauer don't lie

Há muito que sou fã de Kiefer Sutherland. Que para mim será sempre o eterno Jack Bauer de 24, uma das minhas séries de televisão preferidas de todo o tempo. E gosto deste actor porque faz parte do leque daqueles que gosto de ver em todos os registos que vão do herói ao vilão e do agente que salva um país até ao presidente desse mesmo país, neste caso os Estados Unidos da América.

Já tinha referido que estou rendido à Netflix. Muito por culpa de Narcos mas a verdade é que daí já naveguei até Homeland e para um vasto leque de filmes. Há muito que me fartei de conteúdos que não me dão o controlo que gosto de ter quando se trata de séries e de filmes. E por isso foi fácil ficar rendido a um serviço que me permite, por exemplo, rever e devorar em pouco tempo todos os filmes de Indiana Jones.

E foi a navegar na Netflix que me deparei com a sugestão de Designated Survivor, um exclusivo deste serviço que tem “Jack Bauer” como protagonista. Nesta trama, o actor dá vida a um Secretário de Estado que se vê no papel de Presidente norte-americano após um ataque. A verdade é que dou por mim a olhar para Kiefer Sutherland como o homem que vai resolver a situação. Mas, por outro lado, vai muito bem no papel de político. E isto basta para que já tenha ficado rendido a mais uma série.



ninguém gosta do patrão (nem dos colegas)

Por melhor que seja a empresa será sempre impossível agradar a todas as pessoas. E por melhor que seja a empresa vão sempre existir ovelhas negras no rebanho. Infelizmente é verdade. Infelizmente existem sempre pessoas que são movidas por valores pouco dignos. Pessoas que até estão dispostas a vender a mãe e o pai para alcançar determinado objectivo.

E estas pessoas acabam por fazer parte das conversas de outras pessoas. É raro o momento em que não estou num qualquer espaço como um restaurante e em que não ouço alguém dizer – isto quando é praticamente impossível não ouvir as conversas – algo relacionado com o tema. Como por exemplo ouvi ontem. “Vão saindo os melhores e só ficam os piores”, lamentava uma pessoa. Entre outras frases mais ou menos comuns quando este é o tema.

Aquela frase soa a cliché. É mais ou menos a mesma coisa do que ouvir um pai dizer que ser pai é a melhor coisa do mundo e que tudo muda. É igualmente um cliché mas que é uma verdade comprovada por todos os pais. E a vida profissional é muitas vezes marcada pelo cliché que ouvi ontem. E que, na maioria dos casos, faz muito sentido.

E digo que faz muito sentido porque outro cliché diz que mais vale cair em graça do que ser engraçado. E isto é algo que se aplica cada vez mais. E quanto mais saturado ficar o mercado de trabalho, maior será o destaque dado aqueles que pouco ou nada fazem no trabalho mas que são excelentes na arte de cair em graça.